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Desde 15 de julho, 1.213 usuários de mídias sociais já foram presos na Turquia por acusações de “propaganda”

Desde 15 de julho, 1.213 usuários de mídias sociais já foram presos na Turquia por acusações de “propaganda”
dezembro 02
11:17 2016

Desde a tentativa de golpe de 15 de julho, um total de 1.213 usuários do Twitter e Facebook foram presos enquanto que outros 818 foram soltos para aguardar julgamento sob a acusação de fazer propaganda em nome do que o governo chama de FETO.

A investigação foi lançada sobre 10.200 suspeitos que supostamente vinham fazendo propaganda para o movimento Gulen (Hizmet) após o golpe fracassado, disse a agência de notícias estatal Anadolu na quinta-feira. Com os 1.213 usuários da Internet presos, 818 foram soltos sob condicional.

O governo acusa o movimento de orquestrar uma tentativa de golpe e chama ele de Organização Terrorista de Fethullah Gulen (FETO), se referindo ao clérigo radicado nos EUA Fethullah Gulen, em quem o movimento se inspirou.

Mais de 115.000 pessoas foram expurgadas dos órgãos estatais, perto de 80.000 detidas e cerca de 40.000 presas desde a tentativa de golpe. Entre os presos estão jornalistas, juízes, promotores, policiais, militares, acadêmicos, governadores e até um comediante. Os críticos argumentam que o governante Partido da Justiça e do Governo (AKP) tem capitalizado sobre o estado de emergência pós-golpe para se livrar de seus críticos.

Um popular usuário do Twitter sob o nome de “JeansBiri” foi preso por iniciar uma hashtag crítica ao AKP, no final de novembro. (Turkey Purge)

Fonte: www.turkishminute.com

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