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Chefe da máfia turca ao governo: Por que se importar com a diplomacia? Mataremos Gulen e seus seguidores

Chefe da máfia turca ao governo: Por que se importar com a diplomacia? Mataremos Gulen e seus seguidores
outubro 20
13:20 2016

O infame chefe da máfia da Turquia, Alaattin Cakici, deu a entender em uma carta ao Ministro da Justiça que sua rede de máfia poderia matar o erudito islâmico Fethullah Gulen na Pensilvânia e seus principais seguidores em outros lugares no mundo.

A carta de Cakici apareceu semanas após o controverso pedido da Turquia de que os EUA extradite Gulen.

“Querido Ministro da Justiça, você e o presidente exigem continuadamente a extradição da FETO. … Por que você se importa com isso? Há tantos patriotas nesta gloriosa nação que não são capazes de trazer a FETO de volta para este país mas são capazes de enterrar ele na Pensilvânia. Eles também morreriam lá com prazer em prol desta causa sagrada. Independentemente de seus números e do país em que vivem, membros da FETO de alto escalão poderiam ser mortos com apenas um pedido”, disse a carta de Cakici, publicada pelo jornal Birgun na quarta-feira.

FETO – sigla de Organização Terrorista de Fethullah Gulen – é uma abreviação cunhada pelo governo para rotular o movimento Gulen como terrorista apesar da falta de uma decisão judicial para esse fim.

“Por favor, não peça mais aos EUA que extraditem essa ignóbil. Os patriotas desta nação sabem bem como se livrar dele e de seus principais dirigentes”, disse Cakici, reiterando suas observações anteriores no final da carta.

O governo turco acusa o movimento de arquitetar a tentativa de golpe de 15 de julho, enquanto que o movimento nega qualquer envolvimento.

O governo e também o Presidente Recep Tayyip Erdogan em numerosas ocasiões rechaçaram os EUA por paralisarem o processo de extradição. No final de agosto os EUA disseram que haviam recebido um pedido formal de extradição da Turquia para Gulen, mas não pela tentativa de golpe.

Sentenciado a 19 anos na prisão pelo assassinato de sua ex-mulher, Cakici alegou anteriormente que juízes e promotores afiliados ao movimento bloquearam um julgamento junto de seu caso.

(Turkey Purge)

Fonte: www.turkishminute.com

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