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Especialistas analisam o futuro da Turquia no JC Debate

Especialistas analisam o futuro da Turquia no JC Debate
setembro 06
16:31 2016

Especialistas analisam a Turquia no JC Debate. A Turquia vive um período de tensão política, que resultou na tentativa de um golpe de Estado em junho. Até agora ninguém assumiu a autoria.

O atual presidente turco Erdogan é acusado de ser repressor ao ordenar o fechamento de jornais, a prisão de juízes, jornalistas e militantes contrários ao seu governo. A consequência disso é o desenvolvimento de uma série de combates sangrentos no país.
Quais são as questões políticas envolvidas? Quais as principais críticas ao governo? Por que a Turquia é importante para o mundo?
CONVIDADOS
MUSTAFA GOKTEPE – presidente do Centro Cultural Brasil-Turquia (CCBT)
KAMIL ERGIN – jornalista e assessor do Centro Cultural Brasil – Turquia (CCBT)
LOURIVAL SANT’ANNA – jornalista

Lembre-se do caso: Tentativa de golpe de Estado na Turquia em 2016

Uma tentativa de golpe de Estado na Turquia ocorreu em 15 de julho de 2016, porém fracassou. A investida foi supostamente orquestrada por uma facção pertencente às Forças Armadas Turcas.Entretanto, ainda não estão claros os motivos da ofensiva militar nem seus principais líderes.

Apesar de a tentativa não ter cumprido com sua finalidade, propriedades foram danificadas, mais de mil pessoas ficaram feridas e outras centenas morreram. Em Ancara, o Parlamento Nacional e o Palácio Presidencial foram bombardeados. Tiros também foram ouvidos perto dos principais aeroportos de Ancara e Istambul.

As reações, tanto em nível nacional como internacional, foram amplamente desfavoráveis à tentativa de golpe. Os principais partidos de oposição condenaram o movimento, enquanto vários líderes internacionais, notadamente da União Europeia, e a NATO pediram respeito às instituições democráticas na Turquia e aos seus representantes eleitos.

O governo reagiu rapidamente, denunciando o putsch e logo passou a demitir, processar e prender os envolvidos, incluindo militares e juízes.

A primeira reação oficial veio do primeiro-ministro Binali Yıldırım, que, um dia depois da tentativa golpista, declarou aos meios de comunicação que a situação estava “completamente sob controle.”

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